November 29, 2006

Oh, Penélope…
“Enquanto a ciência tranqüiliza, a arte perturba.”
À noite, língua de fora, mais parecia um corvo a gritar, mesmo que em silêncio: “never more, never more”.
Vi claramente. 12 eram os contemplados. Uma pitada de metalinguagem, outra de ironia. Verdades acumuladas. Uma morte limpa. Tranqüila.
“Não. Eu não estou dormindo. Talvez dormindo para sempre, se assim você o preferir chamar. (…)”
A benção, Padre. Como salvo minha alma?
Palmatória, pelourinho e muitas cordas. Quando a rebelião começar, quero ver quem vai parar.
Berenice se quedou perdida.